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Corpo de Daiane Alves é encontrado em mata de Caldas Novas e síndico confessa crime
28 de janeiro de 2026 às 00:00

Após cerca de 40 dias de buscas, a Polícia Civil de Goiás confirmou, na manhã desta quarta-feira (28), a localização do corpo da corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, desaparecida desde 17 de dezembro de 2025, em Caldas Novas (GO). Na mesma operação, foram presos o síndico do condomínio onde a vítima morava, Cléber Rosa de Oliveira, e o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira. O porteiro do edifício segue sendo investigado.
O corpo de Daiane foi encontrado em uma área de mata às margens da estrada que liga Caldas Novas ao município de Ipameri, após indicação feita durante a investigação. Um helicóptero das forças policiais goianas deu apoio às buscas no local.
De acordo com a Polícia Civil, a movimentação começou ainda de madrugada. Por volta das 5h, equipes foram até o condomínio e prenderam o síndico, natural de Araxá (MG). Segundo os investigadores, Cléber confessou o crime. O filho dele também recebeu voz de prisão no local. O porteiro foi localizado em sua residência e levado para prestar novos esclarecimentos.
As apurações apontam que Daiane teria sido atacada no subsolo do prédio onde residia. Em seguida, o corpo foi transportado no veículo do síndico até a área de vegetação densa, onde acabou sendo deixado. O porteiro já havia sido ouvido anteriormente como testemunha, assim como outras 14 pessoas. À época, ele afirmou não ter informações sobre o desaparecimento, mas provas técnicas indicaram possível omissão de dados relevantes, o que motivou pedido de prisão preventiva para aprofundar os esclarecimentos.
Além das prisões em Caldas Novas, a Polícia Civil também cumpre mandados de busca e apreensão na cidade de Catalão (GO), em imóveis ligados ao síndico e ao filho. A investigação identificou que os dois costumavam passar fins de semana em Catalão e permaneciam em Caldas Novas durante a semana para a administração do condomínio.
Após a confirmação da morte, familiares informaram que o corpo de Daiane deverá ser trasladado para Uberlândia, onde vivem parentes, para a realização dos atos fúnebres. “Não é a notícia que esperávamos, mas saber a verdade nos traz paz, mesmo em meio à dor”, afirmou Ludmila Medeiros, cunhada de Daiane. Ainda não há data definida, em razão dos trabalhos periciais.
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