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Mãe e padrasto investigados por estupro de vulnerável em Uberlândia são presos durante operação no Sergipe

24 de dezembro de 2025 às 00:00
Mãe e padrasto investigados por estupro de vulnerável em Uberlândia são presos durante operação no Sergipe
Uma investigação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) resultou na prisão de um homem, de 38 anos, e de uma mulher, de 32 anos, suspeitos de crimes de estupro de vulnerável contra duas menores de idade. As prisões foram cumpridas nesta terça-feira (23), na cidade de Poço Redondo, no estado de Sergipe, após os investigados serem localizados fora de Minas Gerais. Os suspeitos são padrasto e mãe das vítimas, uma criança de 10 anos e uma adolescente de 14 anos. O caso é apurado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e teve início após uma denúncia recente apontar alterações comportamentais consideradas preocupantes, especialmente por parte da adolescente. Segundo as informações da Polícia Civil, após conversar com as meninas e ouvir os relatos, a pessoa responsável pela denúncia procurou diretamente a unidade policial, dando início às diligências. Com base nas oitivas e nos levantamentos realizados, os investigadores reuniram elementos que indicam que os abusos teriam ocorrido de forma continuada ao longo de aproximadamente três anos, período em que as vítimas tinham cerca de 12 e 7 anos de idade. As apurações apontam o padrasto como principal suspeito da prática dos crimes. A mãe também é investigada por ter conhecimento das agressões e não ter adotado medidas para interromper a violência contra as filhas, conforme apurado no inquérito policial. Após a conclusão da fase inicial da investigação, o material probatório foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário. O delegado regional em Uberlândia, Gustavo Anai, informou que, diante dos elementos apresentados, foram expedidos mandados de prisão contra os dois investigados. As ordens judiciais foram cumpridas com o apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) e da Polícia Civil de Sergipe (PCSE). As vítimas foram afastadas do convívio com os suspeitos e permanecem sob guarda provisória de um responsável legal, além de receberem acompanhamento psicológico especializado. A PCMG reforça a importância das denúncias para o enfrentamento de crimes dessa natureza. Além do registro presencial nas unidades policiais, está disponível o Disque 100. Por Wellington Lopes.

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