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Polícia passa a tratar como homicídio o desaparecimento da corretora Daiane Alves Souza

27 de janeiro de 2026 às 00:00
Polícia passa a tratar como homicídio o desaparecimento da corretora Daiane Alves Souza
A Polícia Civil de Goiás (PCGO) passou a tratar como homicídio o desaparecimento da corretora Daiane Alves Souza, ocorrido em 17 de dezembro do ano passado, em Caldas Novas (GO). A investigação está agora sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios, que assumiu o caso na última sexta-feira (16). Daiane foi vista pela última vez ao sair do elevador do prédio onde morava. As imagens das câmeras de segurança registraram o momento, e desde então ela não manteve mais contato com familiares ou amigos. Segundo a Polícia Civil, a mudança na tipificação do caso ocorreu após a análise de indícios reunidos ao longo da investigação. Uma força-tarefa foi criada para apurar o desaparecimento, com atuação integrada de equipes locais, sob coordenação do Grupo de Investigação de Homicídios. Detalhes não foram divulgados para não comprometer o andamento dos trabalhos. Paralelamente ao inquérito policial, o Ministério Público de Goiás (MPGO) denunciou o síndico do prédio, Cléber Rosa de Oliveira, pelo crime de perseguição. A denúncia se refere a fatos anteriores ao desaparecimento e tramita separadamente da investigação criminal. De acordo com o MP, Daiane mantinha 12 processos judiciais contra o síndico, entre ações cíveis e criminais. O órgão esclareceu que, até o momento, não há comprovação formal de ligação direta entre essas ações e o desaparecimento da corretora. A defesa de Cléber Rosa de Oliveira foi procurada, mas não se manifestou.

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